Você
é feliz? Sabia que você estar feliz (ou não) interfere diretamente na sua
relação (e educação) do seu filho?
Pensando
nas questões acima a Dra. Cristiana Renner, psicóloga PhD formada pela PUC-SP,
USP e UNIFESP,
abriu a palestra dirigida a um público de mães que aconteceu no final de maio,
no restaurante Cantaloup, em São Paulo.
Para
falar de limites para os filhos a doutora começou a falar de felicidade e o
quanto isso esta ligada na relação com os filhos e com a família como um todo.
Cristiana alerta que o limite precisa ser de quem educa. Estranho? Não, até que
não, se pensarmos que realmente as mães hoje vivem dentro de seus limites seja
em casa, no trabalho, na criação dos filhos, na relação com o universo. É
normal (e não deveria ser) para quem acumula tantas funções. E administrar o
tempo e todas as atividades ao seu favor é uma maneira de estar mais feliz
consigo mesma. A mulher tem em sua essência da característica do cuidar. Estão
sempre de olho em tudo e dando um jeito em tudo. E isso não precisa ser assim.
Ele pode ser mais leve, seguro e tranquilo. Sem cultivar o stress. A mulher
precisa sim ser graciosa, ou seja, ter um zelo com ela mesma.
A
abordagem utilizada nesta palestra foi inovadora, pois a doutora Cristiana
queria mostrar justamente para as mães que o limite precisa ser delas. Se não sentirem felicidade será muito difícil.
E, colocar a felicidade (delas) nos pilares corretos, se elas não tiverem
propósito de vida, elas vão ter uma enorme dificuldade de colocar limites para
os filhos. Afinal, os limites estão embasados em um propósito de vida. Se
sentir insegura, infeliz, descontrolada é um caminho para pedir ajuda de um
profissional. Isso vale para qualquer individuo. Organizar a agendar, o tempo e a vida é
fundamental. E também é importante incluir nele a prática de um esporte,
principalmente, e, fazer pelo menos uma das refeições em família. Esta é uma
das sugestões dada pela psicóloga. O objetivo é estar junto, criar rotinas e
dai um proposito para que se tenha mais equilíbrio de vida e felicidade.
Além
disso, a doutora destacou a infelicidade dos filhos. Dar a ele a liberdade de
tomar decisões – até mesmo aquelas em longo prazo – é algo que deve ter o
acompanhamento dos pais. Mesmo que este já seja um adolescente. E, é nesta
fase, que os pais precisam estar por perto. Para que seja possível direcionar
um caminho. Mesmo a criança mais inteligente do mundo precisa do apoio de um
adulto. As escolhas dos jovens, quando eles decidem não optar por um momento de
prazer imediato e sim por um objetivo em longo prazo, algo difícil de ser
feito, isto precisa ser feito com um propósito de vida e este propósito deve
ser passado pelos pais. Mas se a vida dos pais está vazia sem hobbies sem vida
espiritual, independente da religião se siga, sem a prática de esporte, música
e literatura, como isso poderia ser feito?


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