quarta-feira, 18 de julho de 2018

VOCÊ É FELIZ?



Você é feliz? Sabia que você estar feliz (ou não) interfere diretamente na sua relação (e educação) do seu filho?


Pensando nas questões acima a Dra. Cristiana Renner, psicóloga PhD formada pela PUC-SP, USP e UNIFESP, abriu a palestra dirigida a um público de mães que aconteceu no final de maio, no restaurante Cantaloup, em São Paulo.
Para falar de limites para os filhos a doutora começou a falar de felicidade e o quanto isso esta ligada na relação com os filhos e com a família como um todo. Cristiana alerta que o limite precisa ser de quem educa. Estranho? Não, até que não, se pensarmos que realmente as mães hoje vivem dentro de seus limites seja em casa, no trabalho, na criação dos filhos, na relação com o universo. É normal (e não deveria ser) para quem acumula tantas funções. E administrar o tempo e todas as atividades ao seu favor é uma maneira de estar mais feliz consigo mesma. A mulher tem em sua essência da característica do cuidar. Estão sempre de olho em tudo e dando um jeito em tudo. E isso não precisa ser assim. Ele pode ser mais leve, seguro e tranquilo. Sem cultivar o stress. A mulher precisa sim ser graciosa, ou seja, ter um zelo com ela mesma.

A abordagem utilizada nesta palestra foi inovadora, pois a doutora Cristiana queria mostrar justamente para as mães que o limite precisa ser delas.  Se não sentirem felicidade será muito difícil. E, colocar a felicidade (delas) nos pilares corretos, se elas não tiverem propósito de vida, elas vão ter uma enorme dificuldade de colocar limites para os filhos. Afinal, os limites estão embasados em um propósito de vida. Se sentir insegura, infeliz, descontrolada é um caminho para pedir ajuda de um profissional. Isso vale para qualquer individuo.  Organizar a agendar, o tempo e a vida é fundamental. E também é importante incluir nele a prática de um esporte, principalmente, e, fazer pelo menos uma das refeições em família. Esta é uma das sugestões dada pela psicóloga. O objetivo é estar junto, criar rotinas e dai um proposito para que se tenha mais equilíbrio de vida e felicidade.

Além disso, a doutora destacou a infelicidade dos filhos. Dar a ele a liberdade de tomar decisões – até mesmo aquelas em longo prazo – é algo que deve ter o acompanhamento dos pais. Mesmo que este já seja um adolescente. E, é nesta fase, que os pais precisam estar por perto. Para que seja possível direcionar um caminho. Mesmo a criança mais inteligente do mundo precisa do apoio de um adulto. As escolhas dos jovens, quando eles decidem não optar por um momento de prazer imediato e sim por um objetivo em longo prazo, algo difícil de ser feito, isto precisa ser feito com um propósito de vida e este propósito deve ser passado pelos pais. Mas se a vida dos pais está vazia sem hobbies sem vida espiritual, independente da religião se siga, sem a prática de esporte, música e literatura, como isso poderia ser feito?

Outro ponto importante levantado na palestra e questão da frustração. Ninguém quer ver um filho frustrado, mas, no entanto, ela é essencial para o crescimento do ser, do caráter e formação do individuo. E, se acompanhado pelos pais, é mais fácil se abrir um dialogo e ensiná-lo a lidar melhor com isso. Com orientação e apoio vem à superação e o aprendizado. Com orientação e apoio vem à superação e o aprendizado. 



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